domingo, 30 de junho de 2013

Bíblia com dedicatória de Albert Einstein é vendida por R$ 150 mil

Imagem: Reprodução (AP)Um exemplar da Bíblia que contém uma dedicatória assinada pelo físico alemão Albert Einstein e a sua esposa foi vendido por R$ 150 mil em um leilão na Bonham’s, em Nova York (EUA).
O livro foi presenteado pelo casal a uma amiga americana, Harriett Hamilton, em fevereiro de 1932.
Na dedicatória, Einstein escreveu que a Bíblia “é uma grande fonte de sabedoria e consolo que deve ser lida frequentemente”, de acordo com o “NY Times”.
O nome do comprador não foi revelado.
Einstein formulou a teoria da relatividade e venceu oprêmio Nobel de Física. Morreu em 1955.

PR. SILAS RESPONDE

PR. SILAS MALAFAIA

Pr. Silas Malafaia é psicólogo clínico e conferencista internacional.Ver outros artigos da coluna: Pr. Silas responde
24/06/13 - 10:35

Matar um embrião é o mesmo que matar uma pessoa?

Como vimos na questão sobre o aborto, dizer que um zigoto ou um embrião ainda não é uma pessoa é completamente errado, porque a vida humana começa na concepção; o embrião é um ser humano. Ele não poderia ser outra coisa, senão humano. Sua humanidade é inerente. Além disso, embora todo homem um dia vá morrer, ninguém, a não ser Deus, que o criou, pode determinar a hora em que isso deverá acontecer.
Destruir um embrião para pesquisa científica ou qualquer outro fim é destruir uma vida! E a verdade que muitos cientistas favoráveis à manipulação embrionária escondem é que a ciência não tem o domínio total dessa técnica. Sendo grande a possibilidade de falhas, pode ser introduzido na espécie humana um gene defeituoso, acarretando doenças e deficiências às gerações futuras. E esses danos, sem dúvida, superariam muito tudo o eles que dizem que a manipulação embrionária para pesquisas com células-tronco poderia favorecer.
É bom esclarecer que a manipulação embrionária serve a interesses econômicos de poderosos e à vaidade de muitos cientistas que se aproveitam da ignorância da população e do clamor emocional das pessoas com deficiências para obter o direito de desenvolver essa técnica científica, bem como que muitos cientistas envolvidos com manipulação embrionária não estão preocupados com a questão terapêutica; estão interessados em clonagem humana. Aqui mora o perigo! É o homem brincando de ser deus. As consequências são sempre terríveis!
Nós, evangélicos, somos a favor das pesquisas com células-tronco para fins terapêuticos, desde que não sejam células embrionárias, visto que as células-tronco podem ser tiradas do cordão umbilical, da medula óssea ou da corrente sanguínea, sem sacrificar uma vida humana.
SUGESTÕES DE LEITURA:
Êxodo 21.21-25; Salmos 22.10; 71.6; 139.15,16; Jó 31.15; Isaías 44.2,24; 49.1,5; Jeremias 1.5; Lucas 1.35,41; Gálatas 1.15

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A BELEZA DO CASAMENTO




Pensando bem, existe mesmo beleza no casamento? Ou é só um tema bonito para uma pregação sobre família?
Afinal, falam tão mal do casamento.
Os amigos dizem meus pêsames ao noivo; outros falam que casar foi a maior tolice que fizeram na vida.
Achar um casal realmente modelo é quase procurar agulha em palheiro.
Parece que a maioria leva um casamento medíocre, do tipo vai levando, fazer o que?

Mas isso ocorre porque casamento é isso mesmo, ou porque os casais não sabem ou não querem explorar os valores que podem extrair de um bom casamento?
Em outras palavras, o casamento é mesmo algo feioso, sem valor, vulgar como jóia de fantasia, ou é como uma jóia de ouro, valiosíssima, só que suja de poeira?
Acho que é uma jóia.
E onde está a beleza de um casamento? Três pontos:

1) É plano de Deus. – Gn 2.18-25
Se é plano de Deus, é perfeito, é importante, é muito bom (Gn 1.31), como Ele falou. Só este motivo já seria suficiente para estabelecer a beleza do casamento.
Falar mal da instituição do casamento é ofender a Quem o projetou.

2) Satisfaz mais básicas necessidades humanas
* Necessidade de companheirismo - o casamento fornece, conforme já vimos em Gn 2.
Necessidades sexuais - o casamento fornece: Pv 5.15-20.
Vejam como o casamento foi feito para ser algo agradável, delicioso ao casal.
Problema é que pecado veio e estragou tudo. Mas isso é culpa de Deus?

Detalhe importante nos dias de hoje (desnecessário poucos anos atrás): o casamento planejado por Deus é entre um homem e uma mulher. Não entre dois homens nem entre duas mulheres, como está sendo cada vez mais aprovado em vários paises.
Homossexualismo é pecado e não tem nada de belo: é imundícia aos olhos de Deus, é paixão infame, é torpeza: Rm 1.24-27.

* Necessidade de ter filhos, de gerar descendentes, de prepará-los para a vida..
Há prazer maior do que ver um filho e achar a sua cara? Ou a da sua mulher?
Do que ver o filho ficando adulto, bem ajustado, começando a ter a própria vida?
São prazeres profundos e saudáveis que toda pessoa gosta de sentir, mas só há uma maneira de senti-los ao mesmo tempo em que agrada a Deus: pelo casamento.
Claro que qualquer pai ou mãe ama um filho que veio fora do casamento, mas a maneira de gerar aquele filho não foi bela aos olhos de Deus. Foi feia, afrontosa.

3) Dá-nos o alto privilégio de sermos imitadores de Cristo, em algo muitíssimo especial e valioso para Ele: o relacionamento entre Ele a Sua noiva: Ef 5.22-33.
Este ponto sozinho confere enorme beleza ao casamento, maior do que imaginamos.
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Podemos então concluir que o casamento é de fato belo e valioso, uma jóia preciosa.
Mas será que estamos de fato usufruindo o nosso casamento como algo valioso?
Ou fazemos como uma mulher que tem pulseira de brilhante mas sempre a deixa jogada por aí, empoeirada, sem receber o valor que merece?
O que a presenteou ficará magoado com essa atitude.
E se ela usar no momento certo, com dignidade e elegância, dando à pulseira o valor que merece, ele se alegrará.

Irmãos, temos recebido do nosso Deus, essa verdadeira pérola, que é o casamento.
Saibamos reconhecer o valor dessa jóia e usufruir toda a beleza a ela inerente.
Seja grato a Deus pela sua mulher, seu marido.
Achar o casamento ruim, não se esforçar para melhorar, não meditar para enxergar o valor do seu casamento, tudo isso é como ver poeira em cima de uma peça de ouro. Saiba tirar a poeira e aprender a valorizar o seu casamento como ele merece.
E graças a Deus por sermos casados.

E se alguém acha que merece pêsames porque casou, esse coitado, precisa urgentemente que alguém lhe mostre o valor, a beleza de um casamento.
Que tal esse alguém ser você, ou melhor ainda, vocês, como casal?
É um trabalho muito nobre ajudar um relacionamento conjugal.
E quando se trata de mostrar a beleza do casamento, além de nobre, torna-se fácil.
Qual o trabalho de mostrar que um por do sol na praia é lindíssimo?
Qual o trabalho de mostrar a beleza de uma mãe acariciando um filho?
Essas coisas são belas por si mesmo; não precisa andar apontando e mostrando.
Da mesma forma, não é para ser difícil mostrar a beleza do casamento.

Agora, reconheço que o mundo pecador tem estragado tudo e hoje realmente o casamento parece algo ruim.
Os valores da família estão sendo destruídos, pouco a pouco.
Mas é aí que entramos como crentes. Nosso casamento é para ser belo.  Tem de ser belo!
Que as pessoas vejam o nosso casamento e digam: que coisa bela!
Como Cristo seria honrado com algo assim!
Pois vamos sair daqui com este objetivo? Se decidirmos e pedirmos a Deus, com certeza o Espírito Santo nos capacitará.

Que Deus seja louvado!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

VOCÊ AMA SEU CÔNJUGE?

Colossenses 3.19; Tito 2.3-4
O marido deve amar a esposa e vice-versa: Cl 3.19; Tt 2.3-4
No sentido bíblico, amor é a decisão de querer o bem e se esforçar para, dentro do possível, realizar esse bem.
Isso tudo, se o outro merecer. Certo? Errado! É independente do mérito do outro.
Se não fosse assim, todos nós crentes ainda estaríamos condenados ao inferno, pois Cristo não teria morrido por nós.

Muitas pessoas casadas confundem amor com simpatia. Se a relação desgastou-se e a simpatia ficou pouca, conclui que o amor acabou e o casamento está liquidado. Engano. O amor acaba se a pessoa quiser que acabe. Amar é, antes de tudo, DECISÃO.
Então o amor no casamento é uma decisão que fica a critério de cada cônjuge tomar ou não, certo? Errado novamente! Cada casado tem o DEVER de amar o cônjuge.

E DE ONDE VEM esse dever? Antes de tudo, porque Deus mandou, conforme já lemos.
Detalhe: Deus não mandou amar apenas o cônjuge, mas ao próximo em geral, inclusive os inimigos: Mt 5.43-44

Além disso, quanto a essa questão do DEVER, convém lembrar:
1) Você tem um contrato seríssimo com o seu cônjuge - feito no altar, diante da noiva, do ministro, dos presentes, e, especialmente diante do próprio Deus! E você mesmo disse que esse contrato incluía você amar o cônjuge “até que a morte nos separe”.
E você não acha que é um dever cumprir os seus contratos?

2) Na criação dos filhos, que é um DEVER básico, o amor entre os pais é fundamental.

3) Seu casamento precisa refletir o relacionamento Cristo-Igreja (Ef 5.22-33).

- Tudo bem, entendi que é meu dever amar meu cônjuge. Mas por que é tão difícil?
Entre muitos motivos, citarei TRÊS:
a) Mesmo crentes, ainda somos egoístas, queremos o melhor para nós.
b) Tendemos a tratar como somos tratados. “Ele grita comigo? Eu grito com ele!”
c) Somos míopes e ainda não compreendemos o valor de um bom casamento.

Se ao menos essas falhas fossem corrigidas, seu casamento seria bem melhor. Ou seja:
* Se você deixasse de olhar tanto para você e se preocupasse mais com o seu cônjuge;
* Se você jogasse no lixo o princípio do “bateu, levou”
* Se você se convencesse profundamente de que a sua vida, a do seu cônjuge e a dos seus filhos seria muito melhor se você amasse mais o seu cônjuge.

Muito bem, agora é só cada um decidir amar seu cônjuge e tudo estará resolvido. Certo? Não é bem assim.
Por mais que amar seja uma decisão nossa, não temos capacidade de amar, ou seja, por nossos próprios meios não conseguimos amar como gostaríamos, mesmo tendo decidido. O amor vem de Deus.
E o que fazer? Depender de Quem nos capacita: o Espírito Santo: Rm 5.5

Mesmo assim, observe como muita coisa depende de você.
Acabe com essa mania de dizer que o seu casamento não é melhor por culpa do outro, que deveria lhe amar mais.

Que Deus nos abençoe.

terça-feira, 5 de julho de 2011

AS ALIANÇAS DE DEUS!

As Alianças de Deus

Aliança significa pacto, acordo, ajuste, concerto. Teologicamente, diz respeito a concerto entre Deus e o seu povo. O Antigo Testamento é chamado Antiga Aliança, e o Novo Testamento, Nova Aliança. O nosso Deus é Deus de alianças. Através delas, Ele, pelo seu imenso amor, nos dá a garantia de muitas bênçãos, se houver fé e obediência. A iniciativa do concerto sempre foi de Deus, que estabelece as condições. Vejamos:

CONCERTO COM ADÃO - A primeira aliança Deus fez com Adão e Eva – aliança adâmica ou edênica - no Éden: deu-lhes a Terra e pleno domínio sobre os animais; deu-lhes fartura de alimento, abençoou-os e disse-lhes que deveriam frutificar e multiplicar. Mas estabeleceu condições: Não deveriam comer do fruto da árvore da ciência do bem e do mal. O princípio da obediência estava criado. Se comessem da árvore proibida, morreriam. Desobedeceram, quebraram a aliança, e experimentaram imediatamente a morte moral e espiritual, e, depois, a morte física. Convém lembrar que em todos os concertos há promessas de bênçãos, mas há a contrapartida da fé e fiel obediência. (Gn 1.27-30; 2.16-17; 3.2-20).

CONCERTO COM NOÉ - Após o dilúvio, do qual se salvaram Noé e sua família, num total de oito pessoas (Gn 7.13), Deus falou: "Convosco estabeleço o meu concerto, que não será mais destruída toda carne pelas águas do dilúvio e que não haverá mais dilúvio para destruir a terra". Como sinal perpétuo dessa aliança Deus deixou o arco sobre as nuvens (Gn 9.11-17). Chamada aliança noética.

CONCERTO COM ABRAÃO - O concerto entre Deus e Abraão - aliança abraâmica - foi chamado "concerto perpétuo", porque extensivo às gerações vindouras e já apontando para o Reino Eterno de Cristo (Gn 17.7). Como parte da aliança Deus prometeu fazer de Abraão uma grande nação, e abençoar todas as famílias da terra através dele (Gn 12.2-3); dar a terra de Canaã aos seus descendentes, que seriam grandemente multiplicados: "E te farei frutificar grandissimamente e de ti farei nações, e reis sairão de ti" (Gn 12.7,15; 13.16; 15.5; 17.2,6,7,8,9). O concerto foi feito com Abrão, nome mudado por Deus para Abraão (pai da multidão) (Gn 17.39). Como parte da aliança, Abraão deveria circuncidar todos os machos, filhos e servos sob sua autoridade, como selo do concerto, e de aceitação de Deus como Senhor (Gn 17.10-14, 23). Deus prometeu estender a aliança a Isaque, o filho da promessa que iria nascer (Gn 17.16,19).

CONCERTO COM ISAQUE - Os termos da aliança foram renovados em Isaque: "Serei contigo e te abençoarei... multiplicarei a tua semente como as estrelas dos céus e darei à tua semente todas as terras. E em tua semente serão benditas todas as nações da terra. Eu sou o Deus de Abraão, teu pai. Não temas, porque eu sou contigo, e abençoar-te-ei, e multiplicarei a tua semente por amor de Abraão, meu servo" (Gn 26.2-5,24).

CONCERTO COM JACÓ - "Eu sou o SENHOR, o Deus de Abraão, teu pai, e o Deus de Isaque. Esta terra em que estás deitado te darei a ti e à tua semente. E tua semente será como o pó da terra... e em ti serão benditas todas as famílias da terra" (Gn 28.13-14). As alianças de Deus com seu povo provam que Ele é fiel à sua palavra. Para recebermos as bênçãos prometidas, fé e obediência são indispensáveis.

CONCERTO COM OS ISRAELITAS - Passados uns três meses da saída do Egito, Deus falou ao seu povo através de Moisés, ao sopé do monte Sinal (Horebe), para, basicamente, renovar e relembrar os termos do concerto com Abraão, Isaque e Jacó: a) a terra de Canaã seria deles; b) Deus seria o único Deus de Israel; o povo assumiria o compromisso de guardar suas leis e mandamentos; c) seriam castigados em caso de desobediência (Êx 6.3-8; 19.4-6; 23.20-25). Uma promessa que deve ser guardada no coração: "Agora, se diligentemente ouvirdes a minha voz, e guardardes a minha aliança, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos...vós me sereis reino sacerdotal e nação santa" (Êx 19.5-6). O povo aceitou: "Tudo o que o Senhor falou, faremos" (Êx 24.3). Deus requer de nós o firme propósito de acatarmos os termos de sua aliança. As leis que deveriam ser obedecidas eram a lei moral (aqui incluídos os Dez Mandamentos), a lei civil, a lei cerimonial.

RENOVAÇÃO DA ALIANÇA NAS PLANÍCIES DE MOABE - Antes da entrada na terra prometida, e após percorrerem o deserto durante 39 anos, os termos do concerto foram relembrados. A finalidade era de dar conhecimento das promessas divinas aos que nasceram durante a peregrinação, e fortalecer espiritualmente o povo para enfrentar o desafio conquistar a nova terra (Dt 4.44-26.19; 31.1-33.29). Os capítulos 27 e 28 tratam das maldições e das bênçãos decorrentes da rebeldia ou da obediência.

CONCERTO COM DAVI - O resultado mais imediato da aliança davídica foi o estabelecimento do reino do filho de Davi, Salomão, que deveria edificar um templo para o Senhor (2 Sm 7.11-13); o reinado de Davi passaria aos seus descendentes: "Fiz aliança com o meu escolhido; jurei ao meu servo Davi: a tua descendência estabelecerei para sempre e edificarei o teu trono de geração em geração" (Salmos 89.3-4). A condição para o cumprimento dessas bênçãos seria a fiel obediência de Davi e de seus descendentes. A vinda de um Rei messiânico e eterno, da linhagem de Davi, estava implícito nesse concerto (Isaías 9.6-7). "Do trono de Jessé brotará um rebento, e das suas raízes um renovo frutificará (Is 11.1; Mq 5.2-4). Esse novo Rei seria chamado "O SENHOR, Justiça Nossa" (Jr 23.5-6).

A NOVA E ETERNA ALIANÇA EM CRISTO - A promessa de uma nova aliança está em Jeremias 31.31-33: "Vêm dias, diz o Senhor, em que farei uma aliança nova com a casa de Israel e com a casa de Judá... porei a minha lei no seu interior, e as escreverei no seu coração. Eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo." A nova aliança foi selada com o sangue de Jesus, com seu sacrifício voluntário, com sua morte expiatória: "Isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, que é derramado por muitos, para remissão de pecados" (Mt 26.28). A nova aliança é superior à antiga: "Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de UM MELHOR CONCERTO, que está confirmado em melhores promessas" (Hb 8.6). E as melhores promessas são: os que se arrependem têm seus pecados totalmente perdoados (Hb 8.12); um novo coração e uma nova natureza recebem aqueles que verdadeiramente amam e obedecem a Deus (Ez 11.19-20); são recebidos como filhos de Deus (Rm 8.15-16); têm experiência maior em relação ao Espírito Santo (Jl 2.28; At 1.5,8).

Como vimos, de aliança em aliança Deus prosseguiu na execução do seu plano de salvação dos homens, sempre oferecendo novas oportunidades. A primeira manifestação desse plano está em Gênesis 3.15: "E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e o seu descendente; este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar." Para isso, "Deus mandou o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo 3.16). Já não é mais necessário sacrifício de animais para reparar nossas culpas, como no antigo concerto. O sangue do "Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" manifestou-se por um ato único, perfeito e eficaz; o sacrifício voluntário de Jesus Cristo abriu o caminho da reconciliação do pecador com Deus.

Pr. Ederson Pereira e Pr. Schaiano de Freitas.